quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

Vacina anti-câncer RINS E PELE


Boas notícias são para partilhar.
Já existe vacina anti-câncer (pele e rins). Foi desenvolvida por cientistas médicos brasileiros,uma vacina para estes dois tipos de câncer, que se mostrou eficaz, tanto no estágio inicial como em fase mais avançada.
A vacina é fabricada em laboratório utilizando um pequeno pedaço do tumor do próprio paciente. Em 30 dias está pronta, e é remetida para o médico oncologista do paciente.
Nome do médico que desenvolveu a vacina:José Alexandre Barbuto
Hospital Sírio Libanês - Grupo Genoma.
Telefone do Laboratório: 0800-7737327 - (falar com Dra. Ana Carolina ou Dra.. Karyn, para maiores detalhes)
www.vacinacontraocancer.com.br
Isto sim é algo que precisa ser repassado..........
Alguém pode  estar precisando !!!!!
Por favor, divulguem esta vitória da medicina genética brasileira!!!!


R E P A S S E M
Maria Auxiliadora de O. Benevides
COESHP / DIRPGD / DGRP / SAIS
Secretaria da Saúde do Estado da Bahia
(71) 3115-4348 / 4243

terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

9 dicas para manter a equipe motivada





Compartilhar ideias e não economizar elogios são ações que devem ser estimuladas



Empresas contratarão mais profissionais com MBA em 2012
Uma equipe bem motivada pode fazer a diferença dentro da empresa. Atenta a essa realidade, a revista americana Inc divulgou uma espécie de manual de motivação dos funcionários para o executivo interessado em aperfeiçoar a sua capacidade de liderança. As informações são da “Época Negócios”.

Não basta uma boa remuneração. Atitudes e palavras também têm o seu lugar. Sempre que surgir uma oportunidade, o líder deve elogiar o trabalho do funcionário. Se o elogio vier de cima, diretamente de um executivo do alto escalão, como o presidente, melhor ainda, pois tende a causar um maior efeito, funcionando como um bom motivador. A publicação também sugere que o elogio seja feito na frente dos outros.

Melhor do que elogiar é não criticar duramente os funcionários, pois a ação funciona como um desmotivador. O líder precisa encontrar uma abordagem indireta para que os funcionários busquem aprender e melhorar com os próprios erros, ajustando o que não está certo. A dica da revista é perguntar “Qual foi a melhor forma que você encontrou para enfrentar esse problema? Por que não? O que poderia ter sido feito de diferente?” A intenção é dialogar e buscar soluções, sem apontar o dedo para os outros.

Livrar-se dos gerentes pode ser uma boa ação, é o que diz a revista. Um grupo sem o supervisor ou líder de projeto costuma ser mais coesa, favorecendo o trabalho de equipe, ao invés de reforçar a ideia de que todos devem se reportar a uma só pessoa. A dica parte do pressuposto de que pior do que não satisfazer ao chefe é desapontar a uma equipe inteira, com todos os integrantes tendo o mesmo papel e, portanto, valor. A consequência é pontualidade no horário de trabalho e mais dedicação à produtividade e solução de problemas juntos.

As idéias do líder também precisam ser assimiladas pela equipe. Ao invés de dizer aos subordinados o que devem fazer, é melhor explicar o que o executivo quer que seja feito, deixando espaço para sugestões dos funcionários, até que se chegue ao resultado final. Dessa forma, o trabalho será produto de toda a equipe, dando ao colaborador a sensação de ter contribuído para os avanços da empresa. Portanto, é interessante substituir o “Eu quero que seja feito assim” por “Você acha que é uma boa ideia se fizermos deste jeito?”.

A Inc também sugere que o executivo dê chance a todos de se tornarem líderes. Nesse caso, vale à pena chamar a atenção para os pontos fortes de cada membro da equipe, deixando claro que um profissional com essas características deve servir de exemplo para os outros.

Também é importante convidar um dos funcionários para almoçar pelo menos uma vez por semana. Essa pode ser uma forma de lembrar a todos que o chefe percebe e aprecia o trabalho dos subordinados. Outra motivação interessante é o reconhecimento, através de recompensas. O líder pode estimular a competição interna e acompanhar os resultados em um quadro à vista de todos, recompensando com premiações. As recompensas não precisam ser caras: um jantar, troféu, ou um dia no SPA podem funcionar muito bem.

Comemorações dentro da firma pode ser estimulante, uma vez que as atividades em grupo são uma forma de incentivo e de estreitar relações entre os funcionários. Não precisa ser uma ocasião muito formal ou ocasião especial. Piquenique, happy hours e festas de aniversário são bem-vindas igualmente.

Repartir as alegrias e comemorações é tão necessário, quanto dividir tristezas. Desta forma, quando o trabalho estiver no caminho certo, o funcionário fará de tudo para continuar na melhor direção. Se a situação não for das melhores, o colaborador se empenhará em solucionar o problema.


“Gestão de Enfermagem para a Excelência do Cuidado”

Foto: Heloísa Ximenes


Por Heleno Costa Junior



Não existem dúvidas sobre a importância, necessidade e valor das ações assistenciais desenvolvidas por profissionais de enfermagem nas instituições de saúde. Mas não podemos fazer a mesma afirmação quando tratamos dos processos de gestão. Como minha atividade profissional inclui a avaliação de processos e atividades assistenciais e de gestão, como parte de programas de acreditação, posso afirmar que existe uma realidade onde ainda prevalecem processos de gestão conduzidos de forma desestruturada, onde lideranças desconhecem métodos, ferramentas ou instrumentos capazes de sistematizar suas ações.

Um instrumento que deve ser considerado como elemento central de processos de gestão é o planejamento. Não cito ainda o planejamento estratégico, pois esse pode ser considerado um instrumento para estágios avançados. Trato do planejamento do trabalho diário, das ações comumente desenvolvidas por profissionais em suas instituições. Qual deve ser o planejamento de uma gerente de enfermagem? Qual deve ser o planejamento de uma supervisora de enfermagem? Qual deve ser o planejamento de uma líder de setor ou unidade? Nas avaliações realizadas o que se observa é que esses profissionais desenvolvem suas tarefas, no dia a dia, conforme elas vão acontecendo e demandando sua intervenção. As ações simplesmente se iniciam e se encerram na sua própria necessidade de execução, sem que sejam programadas.

Planejar significa antever, prever e principalmente estabelecer padrões de conduta. Planejamento requer competência. Abordando aspectos da gestão assistencial, embora a cada dia possamos estar lidando com pacientes diferentes, de forma geral, suas necessidades são comuns e a prestação de cuidados pode ser devidamente planejada. Como exemplo, uma enfermeira assistencial e líder de equipe deve, a partir de uma análise formal e diária do perfil e complexidade de seus pacientes, estabelecer um plano de trabalho para sua equipe. Mas como citado acima, essa ação de planejar requer competência, a qual deve ser oferecida aos profissionais e monitorada de forma contínua visando alcançar seu melhor desenvolvimento.

Instrumentos ou ferramentas de fácil utilização podem colaborar de forma significativa para a condução do planejamento. Reuniões regulares e coletivas, com pautas e temas definidos é um exemplo. A discussão coletiva de questões relacionadas com as atividades dos serviços, desde que conduzida de forma estruturada, é uma excelente oportunidade para a tomada de decisões sob consenso. Essa estratégia também contribui para o estabelecimento de gestão participativa, onde a capacidade de decisões mais apropriadas e efetivas pode ser otimizada pelas lideranças.

O uso de ferramentas, como o diagrama de Ishikawa ou espinha de peixe, para levantamento de causas, diante de resultados indesejáveis ou não previstos, permite evidenciar, de forma objetiva, questões que por vezes são percepções informais dos profissionais, mas tem importância no desenvolvimento de ações de melhorias e devem compor planos de ação. A matriz de GUT – gravidade, urência e tendência – também é um instrumento muito útil na definição de prioridades de ações de melhoria, que podem compor planos de gestão. Há um equívoco ou má interpretação de que a sistematização da assistência de enfermagem (SAE) substitui ou conduz, por si, um planejamento de gestão. Essa estratégia é direcionada essencialmente para a organização dos processos assistenciais, mas não estabelece ou assegura condutas de gestão de processos de trabalho.

Vale ressaltar que equipes de enfermagem em diferentes instituições tem processos de gestão muito bem estabelecidos, nas quais também pude atuar como consultor ou acompanhar resultados de avaliações externas, embora tenha citado a prevalência de casos contrários no início do artigo. É uma realidade. Essas equipes com resultados positivos foram capazes de adotar os já existentes ou até de desenvolver novas estratégias e novos instrumentos adaptados aos seus processos de gestão. Só para reiterar, isso demandou desenvolver novas competências, o que também essas equipes conseguiram como valor agregado ao seu trabalho, com consequentes